O
manuscrito deverá ser digitado
em um editor de texto Word e respeitar
o número entre 10 e 20 laudas configuradas
da seguinte forma: página padrão
A4, letra padrão Arial 11, espaço
1,5 e margens de 2,0 cm a Direita, Esquerda,
Superior e Inferior com numeração
sequencial de todas as páginas.
O artigo original deve apresentar um número
máximo de 20 laudas, incluindo
texto, referências, tabelas, gráficos
e excluindo a página de identificação.
A página de identificação
do artigo original deverá apresentar
as seguintes informações:
1. Título do artigo, deve ser conciso,
porém informativo e apresentar
a versão em inglês;
2. Título resumido do trabalho
constando não mais de 40 caracteres,
incluindo espaços;
3. Nome completo dos autores, com seu
maior grau acadêmico e afiliação
institucional. A ordem de autoria deve
ser resultante de uma decisão conjunta
com os co-autores, sendo que na publicação
constará a sequência de autores
conforme informado no original.
4. Nome, e-mail e endereço completo
de todos os autores para correspondência;
5. Palavras-chave: mínimo de 3
e máximo de 8, extraídas
do vocabulário DECS - Descritores
em Ciências da Saúde para
os resumos em português (disponível
em http://decs.bvs.br/) e do MESH - Medical
Subject Headings, para os resumos em inglês
(disponível em http://www.nlm.nih.gov/mesh/meshhome.html).
Referências
As referências, cuja exatidão
é de responsabilidade dos autores,
deverão ser apresentadas de modo
correto e completo e limitadas às
citações do texto, devendo
ser numeradas segundo a ordem de entrada
no texto em sobrescrito, sem parênteses,
seguindo as regras propostas pelo Comitê
Internacional de Revistas Médicas
(International Committee of Medical
Journal Editors). Requisitos uniformes
para manuscritos apresentados a periódicos
biomédicos. Disponível
em: http://www.icmje.org .
Exemplos:
Artigo de Periódico
Ricas J, Barbieri MA, Dias LS, Viana
MRA, Fagundes EDL, Viotti AGA, et al.
Deficiências e necessidades em
Educação Médica
Continuada de Pediatras em Minas Gerais.
Rev Bras Educ Méd 1998;22(2/3):58-66.
Artigo de Periódico em formato
eletrônico
Ronzani TM. A Reforma Curricular nos
Cursos de Saúde: qual o papel
das crenças?. Rev Bras Educ Med
[periódico na Internet]. 2007
[acesso em 29 jan. 2008];. 31(1):[cerca
de 6 páginas]. Disponível
em: http://www.educacaomedica.org.br/UserFiles/File/reforma_curricular.pdf
Livro Batista NA, Silva SHA. O professor
de medicina. São Paulo: Loyola,
1998.
Capítulo de livro
Rezende CHA. Medicina: conceitos e preconceitos,
alcances e limitações.
In: Gomes DCRG, org. Equipe de saúde:
o desafio da integração.
Uberlândia:Edufu;1997. p.163-7.
Teses, dissertações
e monografias
Cauduro L. Hospitais universitários
e fatores ambientais na implementação
das políticas de saúde
e educação: o caso do
Hospital Universitário de Santa
Maria. Rio de Janeiro; 1990. Mestrado
[Dissertação] - Escola
Brasileira de Administração
Pública.
Trabalhos Apresentados em Eventos
Carmargo J. Ética nas relações
do ensino médico. Anais do 33.
Congresso Brasileiro de Educação
Médica. 4º Fórum
Nacional de Avaliação
do Ensino Médico; 1995 out. 22-27;
Porto Alegre, Brasil. Porto Alegre:ABEM;
1995. p.204-7.
Relatórios
Campos MHR. A Universidade não
será mais a mesma. Belo Horizonte:
Conselho de Extensão da UFMG;
1984. (Relatório)
Referência legislativa
Brasil. Ministério da Educação.
Conselho Nacional de Educação.
Câmara de Educação
Superior. Resolução CNE/CES
nº4 de 7 de novembro de 2001. Institui
diretrizes curriculares nacionais do
curso de graduação em
Medicina. Diário Oficial da União.
Brasília, 9 nov. 2001; Seção
1, p.38.
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